Fim de semana em São Paulo. Assisti, a convite do Marcos Caruso, a estréia da peça As pontes de Madison e me emocionei. Sincronicidade jungiana absoluta. Primeiro pois almoçara na véspera com o Roberto Civita e falamos, entre outros temas, de escolhas e destino, tema importante na peça. Também pois o Marcos, que conheci quando adolescente, contracena com Jussara, sua ex-mulher que igualmente viveu um momento engraçado comigo quando ambas tínhamos filhos pequenos. Finalmente, pois fui visitar, no dia seguinte, os meus meninos de São Bernardo, para quem havia coordenado um círculo de leitura com o Banquete de Platão e outro com dois livros de Guimarães Rosa. Chego na casinha e eles estão discutindo Machado de Assis, mais esepcificamente destino e vocação. Falo-lhes da peça. Um havia assistido o filme e eles me pedem que lhes conte como o destino e a vocação aconteceram em minha vida. Depois de falar constato como cresceram e como sinto falta deles. Ser secretária da educação leva a um olhar mais a floresta que cada árvore. Aline, minha arvorezinha querida, como foi bonito ver você, a menina que gosta igualmente de Platão e de Harry Potter!